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	<title>marcelosouza.com &#187; Marcelo</title>
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	<description>Tecnologia da Informação e da Comunicação</description>
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		<title>Banda larga via rede elétrica no Brasil</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Mar 2009 14:33:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[telecom]]></category>
		<category><![CDATA[banda larga]]></category>
		<category><![CDATA[BPL]]></category>
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		<description><![CDATA[O serviço de BPL (Broadband over Power Line) sobre a tecnologia PLC (Power Line Comunication), que transforma rede elétrica em rede de comunicação de dados, parece estar cada vez mais próximo de se tornar uma alternativa real de acesso à banda larga no Brasil. Recentemente, a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) realizou consulta pública sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O serviço de BPL (<em>Broadband over Power Line</em>) sobre a tecnologia <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Power_line_communication" target="_blank">PLC</a> (<em>Power Line Comunication</em>), que transforma rede elétrica em rede de comunicação de dados, parece estar cada vez mais próximo de se tornar uma alternativa real de acesso à banda larga no Brasil.</p>
<p>Recentemente, a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) <a href="http://www.telecomonline.com.br/noticias/aneel-abre-consulta-publica-sobre-a-regulamentacao-do-plc" target="_blank">realizou consulta pública</a> sobre a regulamentação da tecnologia PLC. O trabalho realizado pela agência tratou das permissões e proibições do uso das redes elétricas de distribuição para fins de telecomunicações, sem impacto para os serviços básicos de energia elétrica.</p>
<p><span id="more-154"></span></p>
<p>No ano passado, a ANATEL (Agência Nacional de Telecomunições) já havia realizado <a href="http://sistemas.anatel.gov.br/SACP/Contribuicoes/TextoConsulta.asp?CodProcesso=C1199&amp;Tipo=1&amp;Opcao=andamento" target="_blank">consulta pública acerca do tema</a>, dentro do seu escopo de atuação. Nesse trabalho, a ANATEL determinou, entre outros itens, que:</p>
<ul>
<li>serviços de BPL utilizarão exclusivamente as frequências entre 1705 kHz e 50 MHz;</li>
<li>as estações BPL necessitarão de certificação da Anatel, e atender às normas referentes ao sistema elétrico, expedidas pela ANEEL.</li>
</ul>
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</p>
<p>Do lado das empresas, a <a href="http://www.copel.com/" target="_blank">Copel</a> dará início este mês aos <a href="http://www.telecomonline.com.br/noticias/copel-testa-plc-com-300-usuarios-de-santo-antonio-da-platina" target="_blank">testes de BPL com 300 usuários</a> da cidade de Santo Antônio da Platina, ao norte do Paraná. Em São Paulo, a <a href="http://www.eletropaulotelecom.com.br" target="_blank">Eletropaulo Telecom</a> (braço de telecomunicações da AES Eletropaulo) <a href="http://www.eletropaulotelecom.com.br/website/conteudo.asp?id_website_categoria_conteudo=4601&amp;cod=279&amp;idi=1" target="_blank">já presta o serviço em alguns bairros da capital paulista</a>, em caráter experimental, e conforme <a href="http://www.estadao.com.br/tecnologia/not_tec277230,0.htm" target="_blank">noticiado</a>, aguarda apenas a regulamentação para comercialização.</p>
<p><a href="http://www.eletropaulotelecom.com.br/website/conteudo.asp?id_website_categoria_conteudo=4601&amp;cod=279&amp;idi=1" target="_blank"></a>Com capacidade teórica de até 80 Mbps, BPL pode vir a atender a demanda reprimida de acesso banda larga à Internet nas comunidades onde não há infra-estrutura de ADSL ou HFC (&#8220;TV à cabo&#8221;). Em paralelo, pode dar fôlego a novas iniciativas de inclusão digital.</p>
<p>Para saber mais sobre BPL e PLC, sugiro o site da <a href="http://www.teleco.com.br" target="_blank">Teleco</a>, que possui uma <a href="http://www.teleco.com.br/plc.asp" target="_blank">página específica sobre o tema</a>, com informações, referências e tutoriais.</p>
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		<title>20 anos de Web e a Web 2.0</title>
		<link>http://marcelosouza.com/2009/03/20-anos-de-web-e-a-web-20/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 15:54:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Em comemoração aos 20 anos de World Wide Web, recomendo um vídeo muito criativo e elucidativo para aqueles que ainda não entenderam o que é de fato a Web 2.0. Web 2.0 &#8230; The Machine is Us/ing Us www.youtube.com/watch?v=6gmP4nk0EOE]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em comemoração aos <a title="March 2009: 20 years of the web" href="http://info.cern.ch/www20/" target="_blank">20 anos de World Wide Web</a>, recomendo um vídeo muito criativo e elucidativo para aqueles que ainda não entenderam o que é de fato a Web 2.0.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Web 2.0 &#8230; The Machine is Us/ing Us<br />
</strong></p>
<p style="text-align: center;"><span class="youtube">
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<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/6gmP4nk0EOE&amp;rel=0&amp;color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;autoplay=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0" />
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</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=6gmP4nk0EOE">www.youtube.com/watch?v=6gmP4nk0EOE</a></p></p>
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		<title>Modelo de Maturidade para Segurança de Software</title>
		<link>http://marcelosouza.com/2009/03/modelo-de-maturidade-para-seguranca-de-software/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 03:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[BSIMM]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento seguro]]></category>
		<category><![CDATA[gerenciamento de segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Como já se sabe, a (in)segurança no desenvolvimento de software tem sido o ponto fraco de praticamente todas as organizações direta ou indiretamente ligadas a este ramo. A quantidade de vulnerabilidades e incidentes de segurança relacionados comprova esta fraqueza histórica. Uma razão para a persistência deste cenário é que não existem padrões efetivos para o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como já se sabe, a (in)segurança no desenvolvimento de software tem sido o ponto fraco de praticamente todas as organizações direta ou indiretamente ligadas a este ramo. A quantidade de vulnerabilidades e incidentes de segurança relacionados comprova esta fraqueza histórica.</p>
<p>Uma razão para a persistência deste cenário é que não existem padrões efetivos para o desenvolvimento de software seguro, ou melhor, não existem processos bem definidos visando este objetivo. Na verdade, apesar dos problemas, boa parte das organizações nem mesmo discute esta necessidade.</p>
<p><span id="more-126"></span></p>
<p>Por outro lado, várias empresas relevantes no mercado já se posicionaram num sentido positivo. A Microsoft, por exemplo, aplica desde 2005 a metodologia <a title="SDL" href="http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/ms995349.aspx" target="_blank">SDL</a> (<em>Security Development Lifecycle</em>), de autoria própria. Felizmente, muitos desenvolvedores e gerentes de desenvolvimento já entendem a necessidade da segurança de software, e as iniciativas em busca da aplicação de modelos, guias e padrões têm sido crescentes. Um exemplo claro é o crescimento da comunidade em torno do projeto <a title="OWASP" href="http://www.owasp.org/index.php/Main_Page" target="_blank">OWASP</a> (<em>Open Web Application Security Project</em>).</p>
<p>Paralelamente, ao longo dos anos, tem se tornado cada vez mais evidente que desenvolver software seguro depende do resultado conjunto de pessoas e processos, e não somente de tecnologia. Outras experiências também mostraram que, mesmo sendo únicas, as organizações podem tirar bom proveito de práticas bem sucedidas de outras organizações, ao invés de simplesmente se basear em metodologias teóricas.</p>
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</p>
<p>Tendo tudo isso em mente, um grupo de especialistas em segurança de software das empresas <a title="Cigital" href="http://www.cigital.com/" target="_blank">Cigital</a> (Gary McGraw, Sammy Migues) e <a title="Fortify" href="http://www.fortify.com/" target="_blank">Fortify</a> (Brian Chess) publicou o <a title="BSI-MM" href="http://bsi-mm.com/" target="_blank">BSIMM</a> (Building Security In &#8211; Maturity Model), um modelo de maturidade focado em segurança de software. O modelo foi elaborado com base em iniciativas de segurança de 9 empresas diferentes, entre elas Adobe, EMC, Google e Microsoft. Utilizando um arcabouço de sua autoria denominado SSF (Software Security Framework), que aponta domínios e práticas comuns das iniciativas em segurança de software, o grupo conduziu pesquisas nas empresas participantes e utilizou os dados obtidos para construção do modelo.</p>
<p>O modelo lista 110 atividades divididas em 12 práticas dos 4 domínios do SSF. Cada prática pode receber até o nível 3 de maturidade. Totalmente livre (licença Creative Commons), o modelo pode ser obtido <a href="http://bsi-mm.com/download/" target="_blank">neste link</a> (requer registro), ou acessado interativamente <a href="http://bsi-mm.com/ssf/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Para entender e considerar o BSIMM positivo, deve-se levar em consideração pelo menos dois fatores:</p>
<ul>
<li>Apesar de utilizarem métodos diferentes, as empresas envolvidas na pesquisa empregam iniciativas de segurança que compartilham melhores práticas. O BSIMM condensou as atividades e boas idéias comumente aplicadas.</li>
<li>Modelos de maturidade têm sido aplicados em diferentes áreas há muito tempo, com bom nível de disseminação. O BSIMM se apresenta num formato já consolidado e aceito internacionalmente.</li>
</ul>
<p>O BSIMM não é um guia completo ou um &#8220;how-to&#8221;, mas pode ser um bom começo para aqueles que lidam com desenvolvimento e implantação de software, ou que de alguma forma dependem da confiabilidade dos aplicativos e programas que suportam o negócio de sua organização.</p>
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		<title>Convergência em Telecomunicações</title>
		<link>http://marcelosouza.com/2009/02/convergencia-em-telecomunicacoes/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Feb 2009 16:35:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[telecom]]></category>
		<category><![CDATA[convergência]]></category>
		<category><![CDATA[operadoras]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente, numa das disciplinas do meu curso de MBA em Telecomunicações, fui instruído a escrever uma resenha sobre Convergência em Telecomunicações, baseado no artigo &#8220;Your Television is Ringing&#8221;, da edição de Outubro de 2006 da revista The Economist. Apesar do artigo ser um pouco antigo, o assunto anda muito em voga. E, mesmo não apresentando muitas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, numa das disciplinas do meu curso de MBA em Telecomunicações, fui instruído a escrever uma resenha sobre Convergência em Telecomunicações, baseado no artigo <em>&#8220;Your Television is Ringing&#8221;</em>, da edição de Outubro de 2006 da revista The Economist.</p>
<p>Apesar do artigo ser um pouco antigo, o assunto anda muito em voga. E, mesmo não apresentando muitas novidades de fato, resolvi fazer um <em>&#8220;self promotion&#8221;</em> e postá-lo aqui. Boa leitura!</p>
<p><span id="more-99"></span></p>
<div style="text-align: center;"><strong>Convergência em Telecomunicações</strong></div>
<p>A palavra convergência tem tomado o dia-a-dia das empresas de telecomunicações nos últimos anos. As operadoras de todo o mundo têm focado seus esforços e investimentos em torno da construção das chamadas “redes da próxima geração”, com o objetivo de oferecer, além dos já tradicionais serviços telefônicos e de banda larga, serviços de televisão, utilizando de forma única e compartilhada as técnicas e meios de transmissão de dados.</p>
<p>Esse novo enfoque dado à prestação de serviços de telecomunicação significa, basicamente, a possibilidade de se fornecer em conjunto os serviços que antes eram fornecidos totalmente separados. Porém, convergência tem sido usada pelas operadoras ao redor do globo com entonação quase mística, tais como “a liberdade para os clientes utilizarem qualquer serviço em qualquer circunstância”, ou como “uma questão de conveniência que enriquece a vida das pessoas, já que pode ser oferecida informação e entretenimento da forma que elas desejarem”, e até mesmo como “simplicidade para os clientes – o primeiro passo para o paraíso digital”.</p>
<p>Deixando o marketing de lado, convergência de fato se trata de um avanço da tecnologia que, no mínimo, ira auxiliar os operadores de telecomunicação. Convergência é o resultado da indústria de telecomunicação adotando a tecnologia da Internet, que provê uma forma mais barata e eficiente de mover dados pelas redes de computadores. Na Internet, toda informação é transportada por meio de pacotes de dados, seguindo o protocolo IP (Internet Protocol). Este mesmo sistema também pode ser usado para codificar chamadas de voz, mensagens de texto e foto, chamadas de vídeo e canais de televisão. E com a maturidade já alcançada pelas redes IP, as operadoras podem substituir toda a infra-estrutura heterogênea, utilizada na prestação dos diferentes serviços, por uma única rede totalmente baseada na comutação de pacotes IP, aliviando assim os custos com manutenção e operação das diferentes tecnologias e sistemas.</p>
<p>É importante citar que essa convergência afeta não só as redes cabeadas, mas também as redes sem fio. Com o advento da convergência, as operadoras podem utilizar redes de transmissão compartilhadas, tanto para telefonia fixa quanto para móvel. Isso tudo pelo fato de que redes convergentes são agnósticas aos meios de acesso – uma rede núcleo (ou “core”) pode ter diversas outras redes e dispositivos interconectados em suas pontas através de diferentes tecnologias. Telefones fixos tradicionais podem estar conectados por fios, telefones celulares conectados pelas ERBs, e televisores ou computadores conectados à banda larga via links telefônicos ou Wi-Fi.</p>
<p>Redes convergentes, totalmente IP, têm duas vantagens para as operadoras de telecomunicações. A primeira, já comentada aqui, envolve queda nos custos, graças à arquitetura mais simples e às economias na escala de produção dos padrões IP. Algumas operadoras chegam a estimar gastos 30% menores. A segunda vantagem é que, em teoria, novos serviços podem ser adicionados de forma muito mais rápida e fácil, sem a necessidade de se adicionar nova infra-estrutura de rede. Adicionar um novo serviço requer basicamente a adição de um novo software ao núcleo da rede, e talvez alguma nova tecnologia de acesso nas pontas.</p>
<p>Por causa da convergência baseada em redes  IP, companhias que antes se encontravam em nichos separados – telefonia, provedores de banda larga, ou TV a cabo – de repente passaram a fazer parte do mesmo negócio. Operadoras de TV à cabo passaram a ocupar os mercados de telefonia e banda larga, e operadoras de telefonia passaram a ocupar o mercado de TV à cabo. Nesse novo “mundo convergido” das telecomunicações, qualquer empresa que possa oferecer dados via IP por meio de suas redes pode oferecer qualquer um destes serviços.</p>
<p>A estratégia dominante é oferecer juntos grande parte dos serviços disponíveis, senão todos. Daí vem a grande corrida das empresas em possuir pacotes “triple play” (telefone, banda larga e TV), ou até mesmo “quadruple play” (telefone fixo, telefone móvel, banda larga e TV). As operadoras alegam que vender três ou quatro serviços juntos num pacote torna a vida mais fácil e conveniente para os clientes, além de tornar possível a oferta de descontos e condições melhores. Como já se sabe, de fato os clientes preferem as possibilidades de desconto, numa única fatura.</p>
<p>Apesar da aparente boa vontade das operadoras de telecomunicações, principalmente as “incumbents”, a ofertas dos pacotes é uma questão de proteção de suas receitas, que ainda são formadas em sua maioria pelos serviços de telefonia fixa. O principal problema destas é a perda de clientes para outras empresas que oferecem serviços de VoIP, ou a perda de clientes que têm se livrado de seus terminais telefônicos fixos em favor dos móveis. Portanto, à medida que as operadoras de TV a cabo oferecem aos clientes os pacotes “triple play”, as operadoras de telecomunicações passaram a oferecer acessos sem fio, os quais não podem ser oferecidos por grande parte das concorrentes. É tudo uma questão de garantia de receita com o uso de suas possibilidades.</p>
<p>Outras melhorias trazidas pela convergência incluem a possibilidade de novos serviços, que anteriormente nem eram cogitados. Um deles é a de aparelhos híbridos (fixo-móvel), em que um mesmo telefone pode ser usado como fixo ou móvel dependendo de sua localização física e oferecendo tarifas de acordo. Outros serviços possíveis são o de TV com vídeo-conferência, TV integrada ao telefone, e até mesmo o acesso remoto (por telefone ou computador) a câmeras de vigilância de sua casa ou trabalho.</p>
<p>Conclui-se, portanto, que convergência promove às operadoras tanto os meios de se defender contra competidores nos seus serviços legados, protegendo sua receita, quanto a possibilidade de gerar novas receitas com novos serviços. Porém os maiores beneficiados são os consumidores, que poderão ter uma gama maior de serviços integrados à sua disposição, com preços mais acessíveis, graças à concorrência entre as empresas, agora com menor custo de operação. A convergência acaba também unindo dois mundos que antes andavam separados: a tecnologia da informação e as telecomunicações, somando forças para o avanço da sociedade e da vida moderna.</p>
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		<title>Ministério Público quer o fim da exigência de contratação de provedor</title>
		<link>http://marcelosouza.com/2009/01/ministerio-publico-quer-o-fim-da-exigencia-de-contratacao-de-provedor/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 22:31:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[telecom]]></category>
		<category><![CDATA[operadoras]]></category>
		<category><![CDATA[provedor]]></category>

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		<description><![CDATA[Excelente notícia para os usuários de ADSL. O Ministério Público Federal em Santa Catarina (MPF/SC) propôs uma ação civil pública contra a Brasil Telecom, a NET Florianópolis, NET Serviços e a Anatel com o objetivo de combater a exigência de contratação do provedor de internet como condição necessária para acesso ao serviço. Confira a notícia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente notícia para os usuários de ADSL.</p>
<blockquote><p>O Ministério Público Federal em Santa Catarina (MPF/SC) propôs uma ação civil pública contra a Brasil Telecom, a NET Florianópolis, NET Serviços e a Anatel com o objetivo de combater a exigência de contratação do provedor de internet como condição necessária para acesso ao serviço.</p></blockquote>
<p>Confira a notícia na íntegra, <a href="http://www.telecomonline.com.br/noticias/mpf-sc-quer-proibir-a-obrigatoriedade-de-contratacao-de-provedor-para-acesso-a-internet" target="_blank">neste artigo</a> publicado pelo site Telecom Online.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>CERT.br &#8211; Estatísticas de incidentes em 2008</title>
		<link>http://marcelosouza.com/2009/01/certbr-estatisticas-de-incidentes-em-2008/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 22:10:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[cert.br]]></category>
		<category><![CDATA[incidentes]]></category>

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		<description><![CDATA[O CERT.br divulgou hoje as estatísticas consolidadas de incidentes reportados no ano de 2008. Alguns pontos importantes na análise das estatísticas (adaptados do anúncio do CERT.br na lista certbr-anuncios): O total de notificações recebidas em 2008 foi de 222.528, o que representa um aumento de 39% em relação a 2007. As notificações de tentativas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.cert.br" target="_blank">CERT.br</a> divulgou hoje as estatísticas consolidadas de <a href="http://www.cert.br/stats/incidentes/" target="_blank">incidentes</a> reportados no ano de 2008.</p>
<p>Alguns pontos importantes na análise das estatísticas (adaptados do anúncio do CERT.br na lista certbr-anuncios):</p>
<ul>
<li>O <strong>total de notificações</strong> recebidas em 2008 foi de 222.528, o que representa um <strong>aumento de 39%</strong> em relação a 2007.</li>
<li>As notificações de <strong>tentativas de fraude</strong>, em 2008, totalizaram 140.067, correspondendo a um<strong> aumento de 209%</strong> em relação a 2007.</li>
<li>O aumento das <strong>tentativas de fraudes</strong> está relacionado, principalmente, ao <strong>crescimento nas notificações de quebra de direitos autorais</strong> através da <strong>distribuição de material pirata em redes P2P</strong>. Em 2008 este tipo específico chegou a 108.242, correspondendo a um <strong>crescimento de 600%</strong> em relação a 2007;</li>
<li>Em 2008 houve um <strong>aumento</strong>, em relação a 2007, <strong>de 124% no número de notificações de casos de páginas falsas de bancos</strong> (phishing tradicional). Este aumento intensificou-se no segundo semestre de 2008, quando as notificações cresceram 104% em relação ao primeiro semestre.</li>
<li>O crescimento no <strong>número de páginas falsas</strong> de bancos concentrou-se, principalmente, em páginas de <strong>bancos brasileiros</strong>, com <strong>aumento de 266%</strong> no ano em relação a 2007.</li>
<li>Em 2008 ocorreu um <strong>aumento, nas notificações de ataques a servidores Web, de 149%</strong> em relação ao ano anterior. Estes ataques exploram vulnerabilidades em aplicações Web e, em alguns casos, visam a hospedagem de cavalos de tróia utilizados em fraudes ou de páginas falsas de instituições financeiras.</li>
</ul>
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		<title>Segurança em Mac OS X</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Jan 2009 13:52:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[anti-vírus]]></category>
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		<category><![CDATA[sistema operacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Em homenagem aos 25 anos de Macintosh (sim, sou um mac-maníaco), dedico este post. Seguem abaixo meus comentários e uma coletânea de links sobre segurança em Mac OS X: A lista de features de segurança do Leopard (Mac OS X 10.5) é bem vasta, e como usuário da plataforma posso dizer que a Apple conseguiu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em homenagem aos <a href="http://macmagazine.com.br/blog/2009/01/25/compilacao-de-links-especiais-sobre-a-comemoracao-dos-25-anos-do-macintosh/" target="_blank">25 </a><a href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2009/01/23/mac-completa-25-anos/" target="_blank">anos </a>de Macintosh (sim, sou um mac-maníaco), dedico este post.</p>
<p>Seguem abaixo meus comentários e uma coletânea de links sobre segurança em Mac OS X:</p>
<ul>
<li>A lista de <em>features </em>de segurança do Leopard (Mac OS X 10.5) é <a href="http://www.apple.com/macosx/features/300.html#security" target="_blank">bem vasta</a>, e como usuário da plataforma posso dizer que a Apple conseguiu mantê-lo seguro e &#8220;usável&#8221; ao mesmo tempo.</li>
<li>O sistema a princípio é mais imune a <em>malware </em>do que o seu concorrente de Redmond, porém sabemos que isso não passa de (in)segurança por obscuridade. A Apple <a href="http://macmagazine.com.br/blog/2008/12/02/apple-recomenda-que-usuarios-de-macs-instalem-softwares-antivirus/" target="_blank">chegou a divulgar</a> a necessidade de uso de anti-vírus no final do ano passado, mas <a href="http://macmagazine.com.br/blog/2008/12/03/apple-retira-pagina-de-recomendacao-de-antivirus-do-ar/" target="_blank">voltou atrás</a> após &#8220;perceber&#8221; que isso estava indo de encontro à sua estratégia de marketing. Sugiro a instalação de anti-vírus e correlatos, no mínimo como medida preventiva, e já pensando nas <a href="http://www.theregister.co.uk/2009/01/21/stealthier_mac_attacks/" target="_blank">prováveis ameaças futuras</a>.</li>
<li>Recomendo acompanhar o <a href="http://www.securemac.com" target="_blank">SecureMac</a> e <a href="http://blog.intego.com" target="_blank">The Mac Security Blog</a>. Este último, apesar de ser de uma empresa que desenvolve software de segurança para Macs, traz artigos interessantes, tais como <a href="http://blog.intego.com/2009/01/05/the-year-in-mac-security-2008/" target="_blank">uma compilação completa</a> de notícias de 2008 sobre o tema.</li>
<li>Recomendo também a leitura dos excelentes <a href="http://www.apple.com/support/security/guides/" target="_blank">guias de segurança</a> escritos pela Apple.</li>
</ul>
<p>Pretendo escrever mais sobre o tema. Portanto, até o próximo post!</p>
<p><em><strong>[ 26/01/2009 15:40 - Atualização ]</strong></em></p>
<p>Não tinha percebido antes, mas o especialista em segurança Pedro Bueno, <em>handler </em>do <a href="http://isc.sans.org" target="_blank">ISC</a>, postou recentemente o artigo <a href="http://isc.sans.org/diary.html?storyid=5743&amp;rss" target="_blank">Identifying and Removing the iWork09 Trojan</a>. Leitura recomendada para quem ainda acha que anti-vírus no Mac é bobagem.</p>
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		<title>Como ser um idiota em segurança da informação</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2009 20:11:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[gerenciamento de segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Devo admitir que sou fã de artigos que ressaltam os erros de certas &#8220;iniciativas&#8221; de segurança da informação em empresas. Naturalmente, é muito fácil seguir recomendações ou previsões de outros sobre aquilo que &#8220;deve&#8221; ser feito, mas sem dúvida nenhuma é muito mais proveitoso confiar em &#8220;lessons learned&#8221;, pois, como já dizia o ditado: é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Devo admitir que sou fã de artigos que ressaltam os erros de certas &#8220;iniciativas&#8221; de segurança da informação em empresas. Naturalmente, é muito fácil seguir recomendações ou previsões de outros sobre aquilo que &#8220;deve&#8221; ser feito, mas sem dúvida nenhuma é muito mais proveitoso confiar em <em>&#8220;lessons learned&#8221;</em>, pois, como já dizia o ditado: é errando que se aprende.</p>
<p>Muito tempo depois do memorável artigo de Marcus J. Ranum, entitulado <a href="http://www.ranum.com/security/computer_security/index.html" target="_blank">The Six Dumbest Ideas in Comupter Security</a>, Lenny Zeltser publica mais uma grande contribuição: <a href="http://www.zeltser.com/security-management/suck-at-security-cheat-sheet.html" target="_blank">How to Suck at Information Security</a>.<span id="more-27"></span></p>
<p>Sugiro a leitura completa deste último, e aproveito para fazer comentários sobre alguns dos tópicos que concordo plenamente (tradução livre):</p>
<ul>
<li><strong>Assumir que os usuários irão ler a política de segurança por uma mera solicitação:</strong> o resultado é óbvio, pois poucos irão ler um documento que para eles fará pouca diferença (ou só trará chateações, de seu ponto de vista). Nada mais recomendável que iniciativas de <em>awareness </em>frequentes, com palestras, material multimídia, teatros, etc. Estas sim podem se mostrar bem mais efetivas.</li>
<li><strong>Criar políticas de segurança que não podem ser garantidas:</strong> fazendo uma analogia bem simples, a &#8220;Lei Seca&#8221; seria com certeza muito mais efetiva se tivéssemos mais bafômetros nas ruas.</li>
<li><strong>Praticar políticas de segurança que não foram devidamente aprovadas:</strong> em outras palavras, quem foi que disse que a partir de hoje o Skype está bloqueado?</li>
<li><strong>Executar testes de vulnerabilidade, mas não acompanhar os resultados:</strong> esta é uma prática muito comum, mas que faz muita falta ao se criar indicadores. Normalmente se investe muito em <em>network assessments </em>e <em>pen-tests</em>, porém estes sempre devem envolver o trabalho posterior de correção.</li>
<li><strong>Adquirir produtos caros quando uma simples correção poderia consertar 80% do problema:</strong> um exemplo clássico é o uso de um WAF (<em>web application firewall</em>) para proteção de aplicações web com vulnerabilidades que poderiam ser corrigidas com muito menos recurso (pretendo falar mais sobre WAFs num post futuro).</li>
<li><strong>Banir o uso de discos USB externos e continuar sem restringir acesso à Internet:</strong> sem dúvida uma das maiores dores de cabeça quando se fala em vazamento de informações, os acessos a <em>webmail </em>e outros sites são apenas um pouco menos práticos em termos de transporte de dados que os milhares de <em>pen-drives</em> que circulam nas empresas ultimamente.</li>
<li><strong>Agir com superioridade frente aos colegas da área de redes, administração de sistemas e desenvolvimento:</strong> segurança da informação, por ser um processo, pode envolver todas as áreas de uma empresa, em especial as equipes de suporte e desenvolvimento. Soberba só dificulta o trabalho.</li>
<li><strong>Usar a mesma senha em sistemas que diferem quanto a exposição ao risco ou criticidade de dados: </strong>talvez isto seja algo a se pensar antes de implantar SSO (single-sign-on).</li>
</ul>
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		<title>Post inicial</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Jan 2009 23:33:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[avisos]]></category>

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		<description><![CDATA[Bem-vindo a marcelosouza.com. Esse é o meu primeiro post, apenas para testes. Em breve teremos novidades!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem-vindo a marcelosouza.com. Esse é o meu primeiro post, apenas para testes. Em breve teremos novidades!</p>
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